O que é opt-in no WhatsApp
Onde o consentimento nasce
Vale qualquer ponto em que a pessoa pediu para ser contatada, desde que fique registrado: caixa marcada num formulário do site, botão de conversar no anúncio, atendimento em que ela pediu o aviso, cadastro na loja.
O que não vale: lista comprada, número raspado de site, contato de outra base. É de onde vem quase toda restrição de número que se vê no mercado.
A conta que o disparo em massa esconde
Enviar para dez mil pessoas parece barato até a segunda campanha. Se uma fração denuncia, a qualidade do número cai, o limite diário encolhe, e o número que atende os seus clientes reais passa a ser o número penalizado.
É o pior tipo de dano: o custo não aparece na campanha que o causou, e sim no atendimento das semanas seguintes.
Saída fácil é parte do consentimento
Consentimento sem saída não é consentimento. Toda comunicação em massa precisa de um jeito óbvio de parar, normalmente responder uma palavra, e esse pedido tem de ser respeitado na hora, sem exceção.
Na prática, oferecer a saída melhora o resultado: quem sai teria denunciado, e denúncia custa o número inteiro.
Perguntas frequentes
Opt-in precisa ser por escrito?
Precisa ser registrado e demonstrável: quando, onde e como a pessoa pediu para ser contatada. A forma varia; o registro é o que importa.
Posso enviar para a minha base de clientes antigos?
Só se houver consentimento registrado para contato por WhatsApp. Ter sido cliente não é, por si, permissão para receber mensagem no WhatsApp.
O que acontece se eu ignorar isso?
A qualidade do número cai com bloqueios e denúncias, o limite de envio é reduzido e, persistindo, o número é restringido, inclusive para o atendimento comum.
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